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Carregamento em condomínios

Carregamento de carro elétrico
que passa na assembleia.

Do prédio com um carro elétrico ao prédio com trinta: montamos a estrutura e a forma de pagamento que cabem no seu condomínio — inclusive modelos em que quem ainda não tem carro elétrico não paga nada.

Curitiba · atendemos todo o Brasil · carregadores com tecnologia própria

Conector Tipo 2 acoplado à entrada de carga de um carro elétrico durante o carregamento

Três caminhos

Qual é o tamanho do seu prédio, hoje?

Não existe um projeto único para condomínio. Existe o que cabe no seu prédio agora — e que cresce junto com o número de carros, sem trocar equipamento.

  1. Até 3 carros

    Comece simples

    Carregadores por Bluetooth, sem Wi-Fi na garagem e sem mensalidade de plataforma. Ligados no medidor do próprio morador — ou num circuito comum, carregando de madrugada, quando sobra energia no prédio — pelo timer do carregador ou pelo agendamento que a maioria dos carros já tem.

    • Em geral, nenhuma obra coletiva
    • Cada recarga registrada no cartão de quem carregou
    • Quando o prédio crescer, o mesmo carregador passa para a plataforma por um upgrade no app (R$ 1.400, uma vez, por carregador)
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  2. Vagas compartilhadas

    Carregamento compartilhado

    Três ou quatro carregadores AC numa área comum — ou dois AC e um DC compacto, para quem precisa de carga rápida. A obra fica só nesses pontos, bem menor do que levar energia a todas as vagas.

    • Reserva de horário, para ninguém descer e encontrar a vaga ocupada
    • Taxa de permanência para quem deixa o carro parado no carregador depois de carregar
    • Recarga pelo WhatsApp, inclusive para visitantes, e relatório mensal por morador
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  3. O prédio inteiro

    Plataforma completa

    Um carregador por vaga, para quem quiser, com medição individual e cobrança automática pela plataforma âmbar-e Connect. O balanceamento dinâmico de carga distribui a energia disponível entre os carros conectados.

    • Mais vagas atendidas sobre a mesma entrada de energia
    • Infraestrutura menor e mais barata, porque o balanceamento faz o trabalho
    • Várias formas de pagar a obra — abaixo
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Quem paga a infraestrutura? A assembleia escolhe.

Montamos a obra com o nosso parceiro instalador, com projeto e ART, e a mesma obra pode ser paga de formas diferentes:

  • Só quem tem carro elétrico paga

    O condomínio não desembolsa nada: autoriza o uso da área comum e pronto. A obra é feita por grupos de vagas e só começa quando os moradores do grupo aderem.

    Como funciona este modelo →
  • O condomínio investe e recupera

    O condomínio paga a infraestrutura, à vista ou em mensalidades, e cada morador que chega com carro elétrico devolve a sua parte. O investimento volta para o caixa.

  • O condomínio paga a infraestrutura

    À vista ou em mensalidades que cabem no orçamento ordinário. É o menor custo total, e quem chegar depois paga só a ligação até a sua vaga.

Em todas: a ligação até a vaga é paga pelo morador que vai carregar, a energia é medida e cobrada de quem carregou, e o carregador pode ser comprado ou alugado. Cada prédio é diferente — por isso a conversa vem antes do orçamento.

Pedir a proposta pelo WhatsAppComo funciona a proposta

Assembleia

As três perguntas que sempre aparecem

O prédio aguenta?

Quase sempre sim, sem aumentar o padrão de entrada. Um controlador instalado na casa de máquinas lê o quanto o prédio inteiro está consumindo agora e distribui a sobra entre os carros que estão carregando. É o balanceamento dinâmico de carga, e ele atende de 2 a 2,5 vezes mais moradores sobre a mesma infraestrutura elétrica já existente.

Explicado sem jargão →

Quem não tem carro elétrico vai pagar?

Pela energia, não. Ela é medida por morador, no medidor do próprio carregador, e cobrada de quem carregou — o consumo entra e sai da conta do condomínio no mesmo mês. E a infraestrutura pode ser paga só por quem aderir: é um dos modelos que a assembleia pode escolher.

Como funciona o rateio →

E se um dia o condomínio quiser trocar de fornecedor?

A plataforma opera qualquer carregador com OCPP 1.6, inclusive de outras marcas, então trocar de fornecedor não obriga a trocar equipamento. Há um prazo de exclusividade, como em qualquer projeto desse porte — a diferença é o que acontece no fim dele: o carregador fica com o morador, que escolhe entre devolver sem custo, renovar com 50% de desconto ou comprar. Ele não é retirado da vaga.

Sem investimento do condomínio →

O balanceamento é local. O controlador fica instalado no próprio prédio, então ele continua distribuindo a energia mesmo se a internet cair. O que depende de conexão são os relatórios, o faturamento e a gestão remota.

Para o síndico

Ninguém vai fazer planilha todo mês

A parte que costuma matar um projeto de recarga não é a obra — é descobrir, no mês seguinte, que alguém precisa ler medidor, montar planilha e lançar valor no boleto de cada morador. O aplicativo âmbar-e Gestão faz isso sozinho.

  • A energia é medida no carregador e atribuída a quem iniciou a sessão — não é digitada por ninguém.
  • Extrato individual em PDF por morador, com nome, unidade e valor devido.
  • Relatório mensal de custo por unidade enviado à administradora automaticamente.
  • Estado de cada carregador, com a falha em português, e reinício remoto.
  • Tempo carregando e tempo apenas plugado, por sessão — é o que resolve discussão entre vizinhos.

O app mostra os valores, gera os PDFs e envia os relatórios. Ele não movimenta dinheiro — a cobrança continua sendo feita pela administradora, do jeito que já é hoje.

Onde a âmbar-e já está instalada

O que você pode verificar

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Condomínios

Quer levar isso à assembleia?

Montamos a proposta com os números do seu prédio e, se o síndico quiser, apresentamos na assembleia. A avaliação técnica não é cobrada.

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