Para quem é: síndico e administradora
1. O que é o balanceamento dinâmico de carga
O balanceamento dinâmico de carga divide a energia disponível do prédio entre os carros que estão carregando naquele momento. Quando há folga, cada carro recebe o máximo que o carregador dele entrega. Quando não há, a potência é repartida entre eles — em vez de o disjuntor geral desarmar.
Não é um aplicativo e não se baixa em loja nenhuma. É um recurso da plataforma âmbar-e Connect, onde aparece como Balanceamento, com o controle rodando num controlador instalado dentro do próprio prédio.
O que ele faz:
- Mede quanta corrente o prédio inteiro está puxando agora — elevador, bombas, iluminação, os apartamentos.
- Calcula quanto sobra para a recarga e reparte essa folga entre os carregadores ativos.
- Reduz e devolve potência sozinho, conforme os carros chegam e saem, sem ninguém mexer em nada.
- Mantém a soma das concessões abaixo do limite do circuito, sem nunca prometer energia que não tenha confirmado estar livre.
O que ele não faz: não aumenta a energia que entra no prédio. Ele aproveita melhor a que já existe.
O balanceamento é local e continua funcionando mesmo sem internet. O que depende de conexão é o painel do Connect, os relatórios, o faturamento e a gestão remota — não a divisão da energia.
2. Por que ele existe: o limite é o quadro, não o carregador
Quando um condomínio pergunta quantos carregadores consegue instalar, a conta tradicional soma a potência de placa de cada um e compara com o disjuntor geral. Dimensionado assim, para um pico teórico em que todos carregam no máximo ao mesmo tempo, o prédio esbarra no limite muito antes de esbarrar na demanda real dos moradores.
A alternativa cara é aumentar a entrada de energia: obra, projeto, prazo com a concessionária e um custo que costuma inviabilizar o projeto inteiro — normalmente para atender a uma carga que só existe algumas horas por noite.
À noite, quando os carros estão na garagem, é justamente quando o prédio consome menos. Essa folga existe todos os dias, e um controle que não mede simplesmente a descarta o ano inteiro.
Nas simulações de dimensionamento, a gestão dinâmica de carga atende de 2 a 2,5 vezes mais condôminos sobre exatamente a mesma infraestrutura elétrica já orçada. Não há obra adicional, cabo adicional ou aumento de demanda contratada.
3. Quantos carregadores cabem no seu padrão
A tabela abaixo vem de simulação de noites completas com o mesmo motor de rateio que roda no controlador. “Serviço” é a proporção de carros que atinge a meta do morador até a hora de sair.
| Disjuntor geral | Carregadores a ≥95% de serviço | a ≥99% |
|---|---|---|
| 50 A | 3 | 2 |
| 63 A | 4 | 3 |
| 100 A | 6 | 5 |
| 150 A | 10 | 8 |
| 200 A | 13 | 11 |
| 300 A | 20 | 16 |
| 400 A | 26 | 22 |
Regra prática: 15 A por carregador para ≥95% de serviço e 18 A para ≥99%, com piso de 6 A por carro e 5 A de margem.
O modelo é monofásico no pior caso — todos os carregadores na mesma fase. Na prática as vagas são distribuídas entre as fases e sobra mais. Trate a tabela como piso conservador e não como teto, e peça o dimensionamento do seu prédio antes de fechar o número de pontos.
A conta tranquilizadora por trás desses números: um morador típico roda cerca de 40 km por dia, algo como 7 kWh. Mesmo no ritmo mais lento, uma noite inteira na vaga entrega bem mais do que isso. Uma garagem compartilhada só é lenta do jeito que uma noite inteira é lenta.
4. Quais carregadores participam
O balanceamento conversa com o carregador por OCPP e usa o comando de limite de corrente do padrão (SetChargingProfile). Só participa quem fala esse protocolo.
| Modelo | Participa do balanceamento |
|---|---|
| SMART, SMART 4G e PRO | Sim — saem de fábrica em OCPP e aceitam o limite de corrente |
| HOME e PAY | Sim, depois do upgrade — saem de fábrica sem OCPP, e são atualizáveis para OCPP pelo app âmbar-e BLUE. Feito o upgrade, entram na plataforma e aceitam o mesmo comando de limite de corrente que os demais |
| Carregadores de outras marcas | Sim, desde que falem OCPP 1.6 e aceitem o comando de limite de corrente |
Um equipamento que não aceite esse comando ignora a ordem e carrega na potência máxima. O sistema detecta a divergência e age, mas não tem como limitar fisicamente um carregador que não obedece.
5. O que é preciso para funcionar
O balanceamento é contratado por prédio ou por quadro. Por prédio, ele usa a capacidade livre da entrada de energia, lida por um medidor. Por quadro, ele reparte uma potência definida entre os carregadores daquele quadro, sem medidor.
| Peça | Onde fica | Para que serve |
|---|---|---|
| Controlador local | Na sala elétrica, do tamanho de um livro, em um circuito que nunca desliga | Faz a conta e envia os limites. Fica dentro do prédio para o balanceamento não depender da internet |
| Kit de medição (só por prédio) | No ramal de entrada do prédio | Lê a corrente que o prédio inteiro está puxando agora. É essa leitura que revela a folga real. Instalado por eletricista qualificado, sem refazer a instalação do prédio |
| A rede do prédio | Do controlador até a garagem, com Wi-Fi 2,4 GHz nas vagas | Liga o controlador aos carregadores |
| Carregadores em OCPP | Nas vagas | Recebem o limite e o aplicam. Precisam estar cadastrados na plataforma âmbar-e Connect |
O que a instalação não exige: aumento de carga ou padrão de entrada novo. Na área da CPFL (CPFL Paulista, Piratininga, Santa Cruz e RGE), usar o controle de carga para declarar demanda menor exige um sistema credenciado pela CPFL (GED-150030, Anexo C); o credenciamento do balanceamento âmbar-e está em andamento. O dimensionamento depende da capacidade da entrada de energia, ou do quadro, e do número de pontos — fale com a âmbar-e antes de fechar a compra dos equipamentos. A instalação e a configuração do controlador são feitas por um instalador parceiro âmbar-e.
6. Como a potência é dividida
São duas contas encadeadas. A primeira define quanto existe para a recarga: o medidor no ramal de entrada diz o que o prédio está consumindo agora, e o que sobra do padrão de entrada, menos uma margem, é o orçamento da garagem — orçamento = padrão × 0,8 − prédio − margem. O fator 0,8 é a regra de carga contínua. Esse orçamento é recalculado a cada poucos segundos a partir do medidor: não é um número fixo digitado na instalação.
A segunda conta divide esse orçamento entre os carros que estão carregando. A divisão é em partes iguais, em ampères. Quem não consegue usar a parte que lhe cabe — porque o próprio carregador tem capacidade menor — fica no seu máximo e devolve o restante para os outros, que dividem de novo. A soma das concessões nunca passa do orçamento.
Existe um piso: o controlador não concede menos de 6 A a ninguém — cerca de 1,3 kW em 220 V monofásico. Abaixo de 6 A o piloto deixa de ser válido pela norma IEC 61851 e o carro simplesmente para de aceitar energia, e há modelos que não retomam sozinhos. Conceder menos que o piso não divide energia: desliga o carro.
No balanceamento por quadro a primeira conta é fixa: o orçamento é a potência definida para aquele quadro, e a segunda conta divide esse valor do mesmo jeito.
A divisão parte do orçamento medido, não da soma das potências de placa. E um carro que, medido, não está usando a corrente que recebeu tem a cota reduzida para perto do que realmente puxa: a sobra vai para os outros, em vez de ficar reservada sem uso. É por isso que o carro quase cheio no fim da noite não segura a garagem inteira.
E o controlador nunca sobe o limite de um carro antes de a medição provar que o outro realmente baixou. Somar números no papel não protege disjuntor nenhum.
7. Como saber que está funcionando
O sinal mais comum de que o balanceamento está agindo é o carro carregar mais devagar no horário de maior movimento e voltar ao normal quando os outros carros saem. Isso é o sistema trabalhando, não um defeito.
No âmbar-e Connect dá para confirmar:
- Em Monitor, quais pontos estão entregando energia agora e a que potência. Se a soma está no teto do orçamento do momento e nenhum carregador está no máximo, o balanceamento está dividindo.
- Em Transações, a energia entregue em cada sessão. O balanceamento muda a velocidade da recarga ao longo da noite, não o total que o carro leva.
As telas de configuração do balanceamento — o grupo de carga, a capacidade declarada do circuito, a leitura do medidor e o limite concedido a cada carregador — são da equipe âmbar-e, não do síndico. Se quiser esses números, peça: eles existem e são mostrados a você. O que você acompanha no dia a dia é o Monitor e as Transações.
Três coisas que não são sintoma de problema: recarga mais lenta com a garagem cheia; potência que sobe sozinha de madrugada, quando o prédio consome menos e o orçamento abre; e dois carros recebendo potências diferentes — um pode estar limitado pela capacidade do próprio carregador, ou ter tido a cota reduzida por não estar usando o que recebeu.
O que fazer quando um morador reclama de recarga lenta
- Confirme no Monitor quantos carros estavam carregando no horário da reclamação. Com a garagem cheia, recarga mais lenta é o comportamento esperado.
- Veja em Transações a energia entregue naquela sessão. Se o carro atingiu a meta do morador antes da hora de sair, não houve prejuízo — a recarga só levou mais tempo.
- Confira, com o eletricista, a capacidade declarada no grupo de carga contra a capacidade real do circuito. Capacidade declarada abaixo da real é a causa mais comum de recarga lenta sem motivo aparente.
- Verifique se há carregador ligado naquele circuito que não está no grupo, ou outra carga do prédio no mesmo quadro. O que não está declarado no grupo consome o circuito sem o balanceamento enxergar.
- Se nada disso explicar, acione o suporte com o site, o grupo de carga, o número do carregador e o horário.
O sinal de que alguma coisa está errada é o disjuntor geral desarmar. Com o grupo configurado com a capacidade real do circuito, isso não deveria acontecer. Se acontecer, anote o horário e acione o suporte antes de aumentar qualquer limite — o desarme quase sempre aponta para uma capacidade declarada acima da real ou para uma carga fora do grupo no mesmo circuito.
8. Quando alguma coisa falha
| O que falha | O que acontece |
|---|---|
| A internet do prédio cai | Nada muda na garagem. A recarga e o balanceamento são locais; ficam em espera apenas os relatórios, o faturamento e a gestão remota |
| O medidor falha | Em até 5 segundos cada carregador cai para o seu limite de contingência (normalmente 6 A). O sistema nunca supõe energia livre que não consegue enxergar. As recargas continuam, mais devagar, até a leitura voltar |
| O controlador para | Em até 5 segundos cada carregador cai sozinho para o seu limite de contingência (normalmente 6 A), e a soma desses limites cabe na instalação. Um carregador que reinicia nunca volta à potência máxima: começa no limite de contingência e espera o controlador |
| Um carregador sai do ar | Se ele apenas perdeu a rede, em até 5 segundos cai para o limite de contingência e o carro continua carregando, mais devagar; o controlador mantém aquela cota reservada — ele não tem como saber se ainda há carro puxando ali. O resto da garagem segue normalmente. Ele aparece como fora de comunicação no Connect, e isso é caso de chamado |
| Falta energia no prédio inteiro | No retorno, os carregadores religam de forma escalonada, cada um no seu limite de contingência — nunca todos juntos na potência máxima. Só sobem quando o controlador reassume a divisão e o medidor confirma o espaço |
| Todos os carros chegam juntos | A energia é dividida desde o primeiro carro. Quando não há orçamento para todos acima do piso de 6 A, forma-se uma fila por ordem de chegada — não uma sobrecarga |
É por isso que o limite de contingência configurado em cada carregador na instalação importa tanto, e por que ninguém deve alterá-lo depois. A soma desses limites cabe na instalação mesmo com o controlador fora do ar — é ela que segura o prédio enquanto o controlador não volta.
9. Norma e concessionária
A ABNT NBR 17019 admite fator de demanda menor que 1 no circuito de distribuição onde existe controle de carga. Quem decide o valor declarado, porém, é a concessionária — e elas divergem entre si. Na área da CPFL (CPFL Paulista, Piratininga, Santa Cruz e RGE), usar o controle de carga para declarar demanda menor exige um sistema credenciado pela CPFL (GED-150030, Anexo C); o credenciamento do balanceamento âmbar-e está em andamento.
Não prometemos que a sua vá aceitar demanda reduzida. O dimensionamento é feito com e sem o benefício, para o condomínio comparar antes de decidir a obra.
A NBR 17019 é uma norma de instalação: uma instalação pode estar conforme a ela. Não existe carregador certificado pela NBR 17019.
10. O que o balanceamento não faz
- Não aumenta a energia que entra no prédio, nem reduz a conta de luz do condomínio.
- Não substitui o projeto elétrico nem o estudo de demanda da instalação.
- Não garante que a concessionária aceite uma demanda declarada menor.
- Não alcança carregador que não fale OCPP. HOME e PAY saem de fábrica assim, e passam a participar depois do upgrade para OCPP pelo app âmbar-e BLUE.
- Não escolhe o horário mais barato. O controlador não recebe preço de energia: ele divide a energia disponível, não otimiza a conta de luz.
- Não cria rodízio entre moradores. Quando não há energia para todos acima do mínimo, a ordem é a de chegada, e quem ficou na fila não é avisado pelo sistema.
- Não protege um circuito que tenha cargas fora do grupo. O que não está declarado, o balanceamento não enxerga nem controla.
- Não substitui a manutenção elétrica. O limite de contingência configurado em cada carregador na instalação é parte da proteção; se alguém o alterar, a proteção muda junto.
11. Suporte
Fale com a âmbar-e:
| WhatsApp / telefone | (31) 99224-8885 |
| [email protected] |
Ao abrir um chamado sobre balanceamento, tenha em mãos:
- O nome do site e do grupo de carga.
- O número do carregador envolvido.
- A data e a hora aproximadas do que aconteceu — é o que permite ler a sessão.
- O que o morador observou: recarga lenta, recarga interrompida, ou disjuntor desarmado.
Problemas comuns
O balanceamento deixa a recarga mais lenta?
Só quando há mais carros no circuito do que ele comporta ao mesmo tempo, e só enquanto durar. Um carro que passa a noite plugado normalmente termina com a mesma energia; o que muda é a velocidade em alguns trechos da noite. A alternativa ao balanceamento não é carregar mais rápido — é ter menos vagas com carregador.
Se a internet do prédio cair, o balanceamento para?
Não. O balanceamento é local: roda num controlador dentro do prédio e continua dividindo a energia normalmente. O que precisa de conexão é o painel do Connect, os relatórios, o faturamento e a gestão remota.
A partir de quantos carregadores eu preciso de balanceamento?
A pergunta certa é sobre o disjuntor, não sobre o número de carregadores. Enquanto a soma das potências de placa couber no circuito com folga, não há o que balancear. A partir do ponto em que não cabe, o balanceamento é o que evita aumentar a entrada de energia.
Funciona com carregador de outra marca?
Sim, desde que o equipamento fale OCPP 1.6 e aceite o comando de limite de potência. Um carregador que não aceite esse comando ignora o limite e carrega no máximo: a plataforma detecta e avisa, mas não consegue limitá-lo fisicamente.
O âmbar-e HOME participa do balanceamento?
Não como sai da fábrica: o HOME não vem com OCPP. Mas ele é atualizável para OCPP pelo app âmbar-e BLUE, e feito o upgrade passa a aceitar o comando de limite de corrente como qualquer SMART ou PRO — e participa do balanceamento e do rateio automático.
E o âmbar-e PAY?
O mesmo vale para o PAY: de fábrica é um carregador de operação local, por Bluetooth, sem conexão com a plataforma; com o upgrade para OCPP pelo app âmbar-e BLUE entra na plataforma e passa a participar do balanceamento.
Quantos carregadores cabem no meu prédio?
Depende do disjuntor do circuito. Como piso conservador: 50 A comportam 3 carregadores, 100 A comportam 6, 150 A comportam 10, 200 A comportam 13 e 400 A comportam 26, a ≥95% de serviço. O modelo é monofásico no pior caso, então na prática costuma caber mais. Mande a conta de luz e a planta do quadro para o dimensionamento do seu prédio.
O condomínio pode declarar uma demanda menor à concessionária por causa do balanceamento?
A NBR 17019 admite fator de demanda menor que 1 onde existe controle de carga, mas quem decide o valor declarado é a concessionária, e elas divergem entre si. Na área da CPFL (CPFL Paulista, Piratininga, Santa Cruz e RGE), usar o controle de carga para declarar demanda menor exige um sistema credenciado pela CPFL (GED-150030, Anexo C); o credenciamento do balanceamento âmbar-e está em andamento. Não prometemos que a sua vá aceitar. O dimensionamento é feito com e sem o benefício, para comparar.
O disjuntor desarmou mesmo com o balanceamento ativo
Não deveria acontecer com o grupo configurado com a capacidade real do circuito. As causas mais comuns são a capacidade declarada acima da real, uma carga no mesmo circuito que não está no grupo, ou um carregador que ignora o comando de limite. Anote o horário e acione o suporte antes de mexer em qualquer limite.
Um morador diz que o carro parou de carregar sozinho
Anote o horário e o número do carregador antes de abrir o chamado. Com esses dados o suporte lê a sessão e diz se foi o carro que parou, se foi um limite aplicado, ou se o carregador perdeu comunicação. Vale lembrar que todo carro tem um ponto abaixo do qual deixa de aceitar energia, e que alguns modelos não retomam sozinhos depois disso — é justamente por isso que o controlador nunca concede menos de 6 A.
Por que existe um piso de 6 A?
Porque abaixo de 6 A o piloto deixa de ser válido pela norma IEC 61851 e o carro simplesmente para de aceitar energia — e há modelos que não retomam sozinhos. Conceder menos que o piso não divide energia, só desliga o carro. Em 220 V monofásico, 6 A são cerca de 1,3 kW. Se não houver orçamento para todos acima do piso, os últimos a chegar entram em fila, por ordem de chegada, em vez de todos ficarem num valor inútil.
O sistema reserva a potência de placa do carregador mesmo com o carro puxando pouco?
Não. O controlador mede quanto cada carro está realmente puxando. Um carro que sustentadamente não usa a corrente que recebeu tem a cota reduzida para perto do que de fato consome, e a sobra é redistribuída aos outros. A cautela não está em reservar potência sem uso: está na ordem das operações — primeiro reduzir, depois aumentar — e em nunca subir a cota de um carro antes de a medição provar que o outro baixou.
Quanto tempo o sistema leva para reagir?
O orçamento é refeito a cada poucos segundos a partir do medidor, e o controlador só envia comando quando o valor muda, sempre reduzindo antes de aumentar. Quem ajusta o ritmo da recarga depois disso é a eletrônica de bordo do carro, e isso varia de modelo para modelo. O que garante a segurança nesse intervalo não é a velocidade da reação: é a regra de nunca prometer energia que não foi confirmada como livre, e o limite de contingência de cada carregador, que entra sozinho em até 5 segundos se o controlador, o medidor ou a comunicação falharem.
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